Reflexão da Semana

"Tens de explorar todo o teu universo interno e resgatar tudo o que rejeitaste. Só na presença da totalidade do teu ser podes apreciar a tua magnificência, e desfrutar da tua inteireza e da singularidade da tua vida."
Debbie Ford

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Reiki e Medicina

Reiki e Medicina

Artigo escrito por William Lee Rand, Reiki News Magazine, Verão 2010

O Reiki é uma ferramenta fantástica que combina energia de vida com consciência superior. Porque está consciente do paciente, ajusta-se à frequência e intensidade adequadas para facilitar a experiência de cura de que este necessita. Intensificando esta intenção, a consciência Reiki também guia o praticante para colocar as suas mãos nas posições que melhor facilitarão a necessária cura. Desta forma, paciente, terapeuta e a energia fundem-se num único processo e criam uma experiência de cura holística.

Porque o Reiki funciona a partir de um ponto de consciência, ajusta-se perfeitamente como complemento de outras modalidades de cura que possam fazer parte do regime do paciente, intensificando-as, ajudando-as a alcançar melhores resultados, e criando um processo de cura mais equilibrado e eficaz.

Uma importante área que tem recebido muita atenção é a forma como o Reiki complementa a prática da medicina. O Reiki foi levado para os Estados Unidos da América pela primeira vez em 1937, pela sr.ª Hawayo Takata e pelo seu professor, o Dr. Chujiro Hayashi, um médico.[1] Desde então, cresceu em popularidade. Um inquérito levado a cabo em 2007 indicava que no ano anterior 1.2 milhões de adultos e 161.000 crianças nos E.U.A. tinham recebido uma ou mais formas de sessões de terapia energética, tais como o Reiki.[2] Ao principio, o Reiki era apenas praticado por leigos, mas à medida que se tornava mais e mais popular, enfermeiros e outros profissionais médicos começaram a obter treino em Reiki, ao mesmo tempo que os pacientes pediam para terem sessões de Reiki nos hospitais, o que originou um aumento da sua utilização nos ambientes médicos.

O Reiki tem sido usado em salas de operação desde meados dos anos 90[3] do século XX. Desde então para cá, a sua aceitação pela classe médica tem vindo a aumentar. Faz agora parte das listas do âmbito de enfermagem e código de conduta, tendo sido aceite como forma de tratamento[4]. Um artigo de 2008 da USA Today afirmava que em 2007, 15% dos hospitais nos E.U.A. (mais de 800) ofereciam Reiki como parte dos serviços habitualmente prestados aos pacientes.


[1] “Reki: Hawayo Takata’s Story”, Helen Joyce Haberly, (Maryland: Archedigm Publications, 2000 Memorial Edition), pág. 33

[2] P.M. Barnes, B. Bloom e R. Nahin, Relatório Estatístico da Saúde Nacional n.º12. “Complementary and Alternative Medicine Use Among Adults and Children”, Estados Unidos, 2007 (Dezembro 2008)

[3] “The Experiments of Dr. Oz”, Chip Brown, The New York Times Magazine, 30 de Julho, 1995, págs. 20-23

[4] Associação Holística Americana de Enfermeiros e Associação Americana de Enfermeiros (2007) “Holistic Nursing: Scope and Standards of Practice” (Silver Spring, MD: Nursebooks. org)

Proposta Mindfulness

Sabemos que o coração não é apenas um órgão que bombeia sangue; na verdade, estudos recentes demonstram que o coração tem o seu próprio cérebro, com células neuronais, que pensam, sentem e respondem. As suas inspirações são sábias e a sua capacidade de fazer brotar o Novo é total...

Durante o dia de hoje,
quando tenhas dúvida em relação a uma decisão que tens de tomar, põe a mão no teu peito e convoca a inteligência do coração. Sintoniza-te com ele e escuta a sua mensagem.


Para sentir...

“O que é que buscamos? É o cumprimento, a realização do que é potencial em cada um de nós.

Ir em busca disso não é uma viagem do ego; é uma aventura para manifestar a tua dádiva ao mundo; que é seres tu própria.

Não há nada que possas fazer que seja mais importante do que essa realização.

Tornas-te um símbolo, um sinal, transparente à transcendência; desta forma irás encontrar, viver e tornares-te uma manifestação do teu próprio mito pessoal.”

Joseph Campbell, “Pathways to Bliss”

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