Reflexão da Semana

"Tens de explorar todo o teu universo interno e resgatar tudo o que rejeitaste. Só na presença da totalidade do teu ser podes apreciar a tua magnificência, e desfrutar da tua inteireza e da singularidade da tua vida."
Debbie Ford

terça-feira, 28 de outubro de 2014

Forma e Vazio



Antes que qualquer coisa possa ser dita, existe um espaço amplo e vazio onde ela existe, como potencialidade pura. Antes que consigamos pôr por escrito, em linguagem estruturada, aquilo que temos dentro, tudo existe em nós, nessa espaciosidade sem tempo nem lugar, onde não há ausência, mas sim tudo o que já sentimos outrora e tudo o que ainda iremos sentir. 
Na verdade, a Vida é isso mesmo: um vazio prenhe de todas as formas que já existiram, que agora existem e que possam vir a existir. Vazio e forma, forma e vazio. Matéria e Espírito, Espírito e Matéria. Cada um é causa e efeito do outro, cada um se complementa e se necessita para Ser. 
Também nós somos Espírito e Matéria, somos Forma e Vazio. 
Acreditar em Coisa Nenhuma – essa Espaciosidade Plena de Tudo – é a base da  prática Zen. Desse Tudo vem cada Coisa, e cada Coisa regressa ao Tudo, num bailado sem fim, harmonioso e cheio. 
Para viver, há que bailar essa dança de contrastes e aparentes opostos. Saber viver é saber soltar e agarrar na medida certa. Experienciar todas essas formas, observando e aceitando o que surgir, e soltando cada coisa na altura certa.

quarta-feira, 8 de outubro de 2014

Viver a Emoção

"Falamos de viver as emoções, de permitir-lhes ser, de as amar, mas claro, de seguida perguntamos: 'como vivo as emoções sem que me afectem a mim, ou aos outros?'
Certamente, ao reprimir as emoções causamos dano a nós próprios, e ao exprimi-las reactivamente, não só causamos dano a nós próprios como podemos também causar danos aos outros. Uma vez mais, a chave é a consciência.
O primeiro a ter em conta em que ninguém é responsável pelas nossas emoções, nem pelo que nos acontece na vida, em geral. Não somos responsáveis pelo mundo emocional de ninguém, e ninguém é responsável pelo nosso mundo emocional. Assim, é importante descobrir se, de alguma forma, nos estamos a colocar num papel de vítimas. Temos de compreender que o que nos chega dos outros é fruto da misericórdia da Vida, e esta é a mudança radical na nossa percepção. Ninguém te faz nada, antes pelo contrário, move-te algo, mexe no que já tens dentro, para que o vejas, para que tomes consciência... O que nos chega são sinais, que apontam para a nossa própria sanação, apontando o que há para resolver no caminho da evolução... Não somos vítimas, nunca o fomos... Recorda que tudo o que acontece, acontece porque o move secretamente o Amor..."
António Consuegra Sebastián, "El Árbol Kósmico"

segunda-feira, 21 de abril de 2014

"A lição da perda"

"De muitas formas, se a vida é uma escola, a perda constitui a maior parte do currículo. À medida que vamos experimentando a perda, também experimentamos aqueles que amamos - e por vezes até desconhecidos - cuidando de nós nos tempos difíceis. A perda é um buraco no nosso coração. Mas é um buraco que invoca o amor e que pode receber amor dos outros. Entramos no mundo sofrendo com a perda do útero da nossa mãe, o mundo perfeito que nos criou. Somos atirados para um lugar onde nem sempre somos alimentados quando temos fome, onde não sabemos se a mãe regressa. Gostamos de ser pegados ao colo, mas de repente temos a experiência de sermos pousados num sítio. À medida que vamos crescendo, perdemos os nossos brinquedos quando se estragam ou se perdem, perdemos os nossos amigos quando eles se mudam ou nós nos mudamos, e perdemos os jogos de 'softball'. Temos os nossos primeiros amores, apenas para os perdermos. E a série de perdas ainda agora começou. Nos anos que se seguem, perdemos professores, amigos e os nossos sonhos de infância.
Todos os intangíveis - tais como os nossos sonhos, juventude e independência - irão desaparecer ou terminar. Todos os nossos pertences apenas nos foram emprestados. Alguma vez foram nossos? A nossa realidade aqui não é permanente; nem o é a nossa posse seja do que for. Tudo é temporário. Tentar encontrar permanência é impossível, e acabamos por aprender que não há segurança alguma em tentar "manter" tudo. E não há segurança em tentar evitar a perda.
Não gostamos de ver a vida deste modo. Gostamos de fazer de conta que teremos sempre a vida e todas as coisas que a constituem. E não queremos olhar para a última perda percepcionada, a própria morte. É espantoso ver os estratagemas que muitas famílias de doentes terminais usam no final das suas vidas. Não querem falar das perdas que estão a atravessar, e não querem de todo mencioná-lo aos seus entes queridos. O pessoal hospitalar também não quer dizer nada aos pacientes.
Quão estreitos são os nossos horizontes, se pensamos que estas pessoas que estão a chegar ao fim das suas vidas não se apercebem da situação. E que tolice pensarmos que esta atitude as ajuda. (...) Os que estão a morrer sabem o que estão a perder e compreendem o seu valor. São os vivos que, frequentemente, se enganam a si mesmos."
Elizabeth Kubler-Ross, "Life Lessons"

segunda-feira, 7 de abril de 2014

Fronteiras

O ser humano cria fronteiras entre si e o mundo. Ele é o sujeito, tudo o resto são objectos que percepciona, fenómenos que experiencia. A partir daí, cria o seu próprio sistema de crenças, através do qual passa a julgar o mundo: o que é bom, o que é mau, o que lhe serve, o que não lhe serve.

Este é um processo natural, que nos serve para o nosso desenvolvimento psico-físico... até um determinado ponto.
Na nossa caminhada pela vida, chega uma altura em que nos deparamos com crises, momentos em que questionamos tudo o que temos, tudo o que fazemos, tudo o que somos. São os momentos em que a lagarta que temos sido está pronta a encerrar-se no seu casulo para dar lugar à borboleta que já late em nós.

Se iniciamos o processo, iremos dar-nos conta de que as fronteiras, não existem. Tudo é uma expressão do Ser que somos. E que esse Ser é tudo o que existe: o pequeno, o grande, o belo, o feio, o bom e o mau...  É esse “ser pequeno” mas também é esse “Ser Maior”, esse Amor Universal.

Apercebemo-nos, com uma profunda tomada de consciência, de que o nosso propósito é, simplesmente, expressar esse Ser, tal como É, sem fronteiras.

Como fazê-lo em harmonia, com verdade, com justiça?

Integrando mente e coração, em total coerência.

quinta-feira, 27 de março de 2014

Vivências

Nos últimos tempos, tenho tido o privilégio de vivenciar experiências de tomada de consciência profundas e marcantes. E isso faz-me sentir abençoada. Ao mesmo tempo, as pessoas que me rodeiam, mostram-me diversas facetas de relacionamento que me expandem. Com umas, vivo a entrega, o amor, a amizade, a aceitação, o não-julgamento... Enfim, tudo o que vem da Alma, tudo o que faz parte de um relacionamento que se constrói desde o mais fundo de nós, e que foi sempre o que ansiei. Por outro lado, outras mostram-me o que são os relacionamentos construídos na base das inseguranças, do medo, dos ganhos e perdas. Luzes e sombras, numa eterna dança cósmica. Posso dizer que me quero aproximar de umas e afastar de outras. Mas sei que todas elas vivem em mim, como as diversas personagens que albergo e que sou. Na verdade, todas são aceitáveis, todas são importantes e todas contribuem para quem eu sou.
Não aceitar, rejeitar ou recalcar são sempre os primeiros passos para o sofrimento. Observo-as, a todas elas, e descubro que posso sentir, ao mesmo tempo, essa irritação, esse ressentimento e essa compaixão, essa compreensão. E tudo isto só mostra como o ser humano é complexo, e como eu sou tão humana como qualquer outro.
Todas estas experiências, que tantas vezes aparecem e me levam a crer que chegaram para ficar, são vislumbres desse mundo interior tão rico que cada um de nós é. Umas vezes, chegam com força e instalam-se durante muito tempo, ajudando-nos a construir o próximo conjunto de crenças. Outras vezes, aparecem fugazmente, como sonhos, mas pouco depois damo-nos conta de que ainda não residem em nós, estão só de passagem. E, nessas ocasiões, é sempre bom ter alguém ou algo que no-las relembre, e nos volte a ligar ao Ser Profundo.

quarta-feira, 19 de março de 2014

Felicidade

"As causas externas da felicidade nunca criam verdadeira alegria. A alegria é um estado de consciência, interior, e determina a forma como percepcionamos e experimentamos o mundo. A fonte interna de alegria - a nossa ligação ao Criador, a nossa fonte, o nosso ser interior - é a causa, enquanto que a felicidade é o efeito. 
Se perdeu a ligação com a sua fonte interior de alegria, se a alegria que experimenta é sempre originária em circunstâncias exteriores a si, então está à mercê de cada situação e de cada ser que conhece. Este tipo de felicidade é sempre ilusório."
Deepak Chopra, "Power, Freedom & Grace"

Aquilo que Deepak Choopra quer dizer é que a felicidade é um estado de consciência, e encontra-se intimamente ligado à nossa ligação com a Fonte, com a nossa essência, com o que transcende o nosso pequeno nível pessoal, chamemos-lhe os nomes que chamarmos. Essa ligação interior, é o nosso canal de Vida, aquilo que nos permite Ser e manter a equanimidade em todas as circunstâncias, aquilo que nos mantém íntegros. Esta ligação mantém-se naturalmente nos primeiros anos da infância, contudo, ao longo do nosso crescimento, e de forma expectável e natural, vai-se tornando mais ténue, podendo até desaparecer. Haverá, no entanto, uma altura em que vamos sentir o impulso por nos re-ligarmos, por re-conectarmos o nosso "eu" exterior ao nosso profundo "eu" interior. Aí, começa a nossa viagem de "regresso a casa", desta vez com consciência.
Meditar e observar, em atenção plena, são um dos caminhos para esse regresso. 

quinta-feira, 6 de março de 2014

Desde há muito que a caminhada e o caminho são termos muito comuns para criar metáforas da Vida, como um percurso que se vai desenrolando e que nos vai levando para diversas experiências e múltiplas tomadas de consciência. 

O caminhar consciente é uma actividade meditativa de grande importância, porque nos leva a um estado de consciência em que estamos plenamente presentes no momento, no nosso corpo e na acção de caminhar. Requer uma atenção plena: a forma como a perna se levanta e projecta o pé para a frente, ao modo como o calcanhar posa no chão e é seguido pelo resto da sola do pé, à sensação do solo no planta do pé, ao projectar do corpo em cada passo, à respiração - mais profunda num caminhar vagaroso, mais superficial num caminhar mais exigente - e ao que nos envolve, seja a natureza, seja a cidade. Neste exercício, esvaziamos a mente. Tomamos consciência. Damo-nos conta. 

Para além do caminhar, fica o entrar em nós mesmos. O reconhecermo-nos, o acompanharmo-nos, ao mesmo tempo que comungamos com o que nos envolve, num movimento contínuo de entrega e unidade. Caminhar para re-encontrar, para re-cordar, para re-ligar. A meditação aprende-se meditando, o caminho faz-se caminhando, a Vida faz-se vivendo, com entrega e com coragem. 

Diz Paulo Coelho, em Maktub: "Diz o mestre: Muita gente tem medo da felicidade. Para essas pessoas, esta palavra significa mudar uma série de hábitos - e perder a sua própria identidade. Muitas vezes julgamo-nos indignos das coisas boas que acontecem connosco. Não aceitamos, porque aceitá-las dá-nos a sensação de que ficamos a dever alguma coisa a Deus. Pensamos: "É melhor não provar o cálice da alegria, porque quando este nos faltar, iremos sofrer muito." Por medo de diminuir, deixamos de crescer. Por medo de chorar, deixamos de rir.


quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

Sombra

Há dias em que, sem estar à espera, repentinamente, uma nuvem escura a envolve... O coração estremece, endurece, dói... A emoção quer brotar, as palavras tornam-se duras e afiadas, os pensamentos bombardeiam-na com os cenários mais escuros, com os diálogos mais ríspidos. Perde o equilíbrio e cai na Sombra.
Surge a inevitável pergunta: porquê? “Porquê a mim? Porque sinto isto? Porque acontece aquilo?” Infindáveis perguntas, busca impossível por uma resposta lógica e racional para algo que a transcende.
Sente a injustiça da vida, das situações, da forma como se sente tratada, das palavras que lhe dizem, dos insultos que lhe lançam, velados ou explícitos. Surge a ideia de traição. Traição que brota de uma confiança que se perdeu, que foi quebrada. “Não é justo.” Não é justo ter de sofrer, ser rejeitada quando se entregou, ser ferida quando o único que fez foi dar o seu coração. Não é justo sentir-se assim. Não é justo o abandono que imagina, não é justo o ressentimento que a invade, não é justa a vergonha de que se apercebe ao ver o monstro da Sombra devorar-lhe o coração com o manto pesado do ciúme.
Cai-se num abismo negro, onde as lágrimas são o alivio mais rápido, e o isolamento o único desejo que tem. Só quer entrar na sua toca e aí ficar, lambendo a ferida, esperando que passe. E passará?
Ou voltará novamente, mais forte, com mais poder, ferindo mais fundo ainda?
Lá dentro, no fundo do coração que bate ainda, dorido e encolhido, uma luz estremece e diz-lhe que se não olhar para o que está por trás dessa ferida, escondido na Sombra, não poderá seguir em frente. E enfrentará, uma e outra vez, mais ataques, mais dores, mais sofrimento.
Algo que lhe diz que tem de respirar, sem parar, sentindo o momento. Observar, como se não fosse o seu corpo, como se não fossem os seus sentimentos nem as suas emoções. Observar os pensamentos que caiem em catadupa, uns atrás dos outros, numa corrida infernal para ver que consegue ganhar o pódio da Raiva, a medalha de ouro do Ódio.
“Respirar. Observar. Respirar. Observar. Respirar. Observar”. Quase como um “mantra”, deixa que as palavras se repitam mecanicamente.
Permanece no escuro, respirando, observando, sentindo. O que começou de forma tão brutal, começa a perder força. E, de algures, surge uma sensação de alívio, de conseguir respirar fundo mais uma vez. Rende-se a este estado.

A mesma luz trémula que vinha do fundo do seu coração dorido, está agora a expandir-se. Ilumina o rancor, derrete o ciúme, desvanece a insegurança. Sente que descobriu a ligação. No meio de todo o caos do ego, encontrou a sua paz. “Aceita. Aceita. Aceita”, diz-lhe essa luz profunda, numa compaixão que nem sabia existir. As lágrimas vão caindo, mas são agora compostas de outra água. E assim fica, num silêncio tão vasto quanto pleno, deixando-se curar de dentro para fora...

segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

Um novo início: mergulhando fundo!

A partir de Abril, teremos a funcionar uma sala de meditação, no espaço Kensho, todas as quartas-feiras, das 19:30 às 20:30.

A prática da meditação destina-se a toda a gente, tendo inúmeros benefícios em termos de saúde física e mental, e com grande impacto no nosso desenvolvimento pessoal. A meditação permite-nos um enfoque no momento presente, libertando-nos das cismas no passado e das angústias com o futuro. Nesse estado de consciência, passamos apenas a Ser, desfrutando o momento, aqui e agora.
A meditação não tem nada a ver com "ter a mente em branco", nem com grandes "visões".
São já muitos os estudos científicos que deram por comprovados os seus benefícios, e que demonstram como apenas 8 semanas são já suficientes para se detectarem grandes mudanças ao nível do cérebro.

Em particular, a meditação é hoje aconselhada por cada vez mais psicólogos e terapeutas como o tratamento mais eficaz para os distúrbios de ansiedade, pelo que todos os que estão a viver períodos destes nas suas vidas beneficiam grandemente desta prática.

Com esta sala, pretendemos ensinar a meditar, da única forma possível - praticando - e assim fomentar um hábito meditativo nas vidas de todos vós.
Poderão usufruir da sala e do acompanhamento por um Instrutor de meditação, por um valor mensal de 10€ ou por um valor por sessão de 3€. Caso nenhum destes valores lhe seja possível pagar, poderá fazer um donativo do valor que estiver ao seu alcance.

No dia 28 de Março teremos uma sessão aberta e gratuita para todos os que quiserem experimentar.
Se realmente gostaria de mudar a sua vida, neste novo ano de 2014, invista em algo que não pode ser perdido em nenhuma catástrofe: em si mesmo, no seu desenvolvimento pessoal.
Venha meditar connosco!

quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

Um novo ciclo se inicia. Um novo ano, um novo dia, um novo momento.
Há a sensação de recomeço, de poder re-escrever a história e recomeçar.
Com este recomeço, também eu renovo, altero, apago e crio de novo.
Este site passa agora a chamar-se "Kensho", com um novo endereço: emkensho.blogspot.com

Kensho significa "ver a verdadeira natureza" e refere-se às experiências que vamos vivendo, à medida que mergulhamos à descoberta do Ser. Cada um de nós, que já iniciou este caminho sem fim, e sem retorno, reconhece vivências, por vezes fugazes, outras mais prolongadas, em que o véu da ilusão se vai desvanecendo e em que vamos começando a divisar a essência do Ser.
A pouco e pouco, as fronteiras entre aquilo que acreditámos durante tanto tempo sermos nós, vão-se diluindo. Eventualmente, um dia experimentamos a unidade com o Todo. Afinal, não somos este corpo, não somos esta mente. Somos muito mais: a paisagem, a almofada onde nos sentamos, a árvore lá fora, o gato no sofá…
"Tu não estás no Universo, o Universo está em ti". Este é o culminar das experiências "kensho".
Não há palavras que as descrevam, porque não pertencem ao reino da personalidade. Vivem em nós, são-nos reveladas quando estamos prontos. Estamos prontos em determinados pontos do caminho. Mas para isso, há que iniciar o caminho, (sempre o caminho…), praticando, observando, escutando, entrando bem lá dentro, no Ser que somos, meditando.
Assim, aqui estou eu, aqui está este espaço, que é vosso, numa consciência transpessoal, integrando os conhecimentos que vou adquirindo, a vivência e a sabedoria que vai despertando em mim.
Bem vindos a este novo ciclo!

Proposta Mindfulness

Sabemos que o coração não é apenas um órgão que bombeia sangue; na verdade, estudos recentes demonstram que o coração tem o seu próprio cérebro, com células neuronais, que pensam, sentem e respondem. As suas inspirações são sábias e a sua capacidade de fazer brotar o Novo é total...

Durante o dia de hoje,
quando tenhas dúvida em relação a uma decisão que tens de tomar, põe a mão no teu peito e convoca a inteligência do coração. Sintoniza-te com ele e escuta a sua mensagem.


Para sentir...

“O que é que buscamos? É o cumprimento, a realização do que é potencial em cada um de nós.

Ir em busca disso não é uma viagem do ego; é uma aventura para manifestar a tua dádiva ao mundo; que é seres tu própria.

Não há nada que possas fazer que seja mais importante do que essa realização.

Tornas-te um símbolo, um sinal, transparente à transcendência; desta forma irás encontrar, viver e tornares-te uma manifestação do teu próprio mito pessoal.”

Joseph Campbell, “Pathways to Bliss”

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