Reflexão da Semana

"Tens de explorar todo o teu universo interno e resgatar tudo o que rejeitaste. Só na presença da totalidade do teu ser podes apreciar a tua magnificência, e desfrutar da tua inteireza e da singularidade da tua vida."
Debbie Ford

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Na luz do Amor


Na luz do Amor, vive o nosso Ser. A nossa Mente está em Deus. Tudo o que somos neste aqui e agora não é a Verdade do nosso Ser.
No Natal, o nascimento de uma criança que, mais tarde, escolheu ver verdadeiramente, relembra-nos as verdades do Espírito e aproxima-nos da Divindade. No Natal, temos mais probabilidades de nos transcendermos, e à nossa realidade, porque há uma atmosfera diferente da que se vive no resto do ano.
Sim, há quem veja apenas o seu lado negativo, há quem se maravilhe com a magia das luzes, das comidas, dos presentes... Seja qual for a vossa atitude face ao Natal, creio que a grande maioria não lhe é indiferente. Quer nos traga dor, quer encha o nosso peito de alegria, o Natal é especial e único.
O planeta relembra-nos que em nós reside a semente divina e a força que a permite germinar. Em nós existe o potencial para mudar, para abandonar as ilusões do mundo e renascermos na nossa verdadeira essência: Luz, Amor, Alegria.
Neste conhecimento – de Quem somos – está a Paz.
Sem ela, estaremos sempre doentes. A cura virá com a visão.
Que este Natal vos traga a consciência de Quem São. Em Amor.
E assim é!

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Mais um Natal


Estamos a aproximarmo-nos do Natal. Mais uma vez, as ruas e as casas enchem-se de luzes, de cheiros e de cores. Mais uma vez, os passos se apressam, para trás e para a frente, nas ruas e nos centros comerciais, em busca das prendas desejadas, dos ingredientes tradicionais, dos brinquedos para as crianças, de todos os desejos que andámos a guardar para esta época.
E claro que, em época de Natal, também se acentuam os contrastes entre os que nada têm e os que tudo têm.
Numa fase das nossas vidas em que somos bombardeados, desde as primeiras horas da manhã até à noite, com as notícias das tragédias e das perdas à nossa volta, torna-se difícil manter um espírito elevado e um coração alegre. Quando nos apanhamos em flagrante delito de contentamento pela visão da árvore de Natal, das decorações da rua ou até de uma das tradicionais músicas, quase que nos sentimos culpados de um qualquer pecado capital, da mesma dimensão da gula com que atacamos a mesa da Consoada ou da cobiça com que olhamos os milhares de objectos de desejo que recheiam as montras das nossas cidades.
Tenho cá para mim, há já muitos anos, que o Natal não é o consumismo desenfreado que se generalizou nas sociedades ocidentais dos anos 80 para cá. O Natal não é acerca do Ter. Por muito bem que nos saiba a todos receber prendas e comprar coisas, não é aí que está a raiz da nossa felicidade. Acredito que muitos de nós já se deram conta de que estão infelizes. Talvez atribuam essa infelicidade a muitas causas, entre elas a omnipresente “Crise”. Talvez acreditem que se ganhassem mais, se pudessem comprar mais, se concretizassem o sonho de ter aquele carro, ou aquele computador ou aquele telemóvel, seriam felizes. Talvez achem que o problema é a insegurança das suas vidas; a incerteza sobre os seus empregos, os seus salários, o seu modo de vida. Sim, e talvez tenham razão. Sem dúvida que todos estes são motivos válidos para a infelicidade.
No entanto, ainda não tinha a “Crise” estalado, e já eu via muita gente definhar aos poucos, infeliz na vida que levava, e em que ainda não questionava a sua segurança ou o seu poder de compra.
Então, porquê esta sede que não se satisfaz, este mal-estar profundo, que corre dentro de muitos de nós, e que tentamos resolver com o Ter?
As grandes crises mundiais devem ser observadas de um ponto de vista simbólico – tal como as crises das nossas vidas individuais – e devem levar-nos a questionar o que está disfuncional nas nossas existências. O que não funciona no nosso modo de vida? Será o dinheiro a raiz do mal? Então porque ansiamos tanto tê-lo? Estaremos condenados a viver agarrados a esse “mal” ou podemos ter esperança de que as coisas mudem? E o que precisamos de mudar? O que é que realmente desejamos? Que sonhos é que queremos verdadeiramente concretizar? Qual o nível de empenho com que somos capazes de nos comprometer?
Estas questões não são pormenores. Só através de uma introspecção profunda, só através de uma politica de profunda honestidade connosco próprios poderemos esperar identificar tudo aquilo que é falso na nossa vida. Quando o conseguirmos, poderemos então dar início ao processo de transformação.
Esta transformação é uma metamorfose, algo idêntico àquilo que a lagarta passa no seu casulo até se transformar em borboleta. Essa metamorfose permite-lhe renascer. E nesse renascimento está a essência do Natal: fazer emergir a nossa Essência, a nossa Luz. Ao fazê-lo, tomaremos consciência dos dons que trazemos connosco e que queremos partilhar. Não poderemos deixar de os partilhar porque essa partilha é a nossa razão, o nosso propósito maior. E então, estará cumprida a nossa missão e sentiremos a profunda realização que buscamos.
Nesta metáfora, podem encontrar todos os símbolos do Natal, e olhá-lo como símbolo maior de Vida.
Se escolherem encetar este processo, estarão de facto a iniciar a transformação da Humanidade. Estarão a contribuir, imensamente, para a elevação do nosso país e do nosso mundo. E talvez, daqui a uns anos, as futuras gerações vivam o Natal em Espírito, deliciadas com as dádivas da época, com a genuína alegria infantil face aos símbolos que hoje não compreendemos. 

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Reiki e Medicina

Reiki e Medicina

Artigo escrito por William Lee Rand, Reiki News Magazine, Verão 2010

O Reiki é uma ferramenta fantástica que combina energia de vida com consciência superior. Porque está consciente do paciente, ajusta-se à frequência e intensidade adequadas para facilitar a experiência de cura de que este necessita. Intensificando esta intenção, a consciência Reiki também guia o praticante para colocar as suas mãos nas posições que melhor facilitarão a necessária cura. Desta forma, paciente, terapeuta e a energia fundem-se num único processo e criam uma experiência de cura holística.

Porque o Reiki funciona a partir de um ponto de consciência, ajusta-se perfeitamente como complemento de outras modalidades de cura que possam fazer parte do regime do paciente, intensificando-as, ajudando-as a alcançar melhores resultados, e criando um processo de cura mais equilibrado e eficaz.

Uma importante área que tem recebido muita atenção é a forma como o Reiki complementa a prática da medicina. O Reiki foi levado para os Estados Unidos da América pela primeira vez em 1937, pela sr.ª Hawayo Takata e pelo seu professor, o Dr. Chujiro Hayashi, um médico.[1] Desde então, cresceu em popularidade. Um inquérito levado a cabo em 2007 indicava que no ano anterior 1.2 milhões de adultos e 161.000 crianças nos E.U.A. tinham recebido uma ou mais formas de sessões de terapia energética, tais como o Reiki.[2] Ao principio, o Reiki era apenas praticado por leigos, mas à medida que se tornava mais e mais popular, enfermeiros e outros profissionais médicos começaram a obter treino em Reiki, ao mesmo tempo que os pacientes pediam para terem sessões de Reiki nos hospitais, o que originou um aumento da sua utilização nos ambientes médicos.

O Reiki tem sido usado em salas de operação desde meados dos anos 90[3] do século XX. Desde então para cá, a sua aceitação pela classe médica tem vindo a aumentar. Faz agora parte das listas do âmbito de enfermagem e código de conduta, tendo sido aceite como forma de tratamento[4]. Um artigo de 2008 da USA Today afirmava que em 2007, 15% dos hospitais nos E.U.A. (mais de 800) ofereciam Reiki como parte dos serviços habitualmente prestados aos pacientes.


[1] “Reki: Hawayo Takata’s Story”, Helen Joyce Haberly, (Maryland: Archedigm Publications, 2000 Memorial Edition), pág. 33

[2] P.M. Barnes, B. Bloom e R. Nahin, Relatório Estatístico da Saúde Nacional n.º12. “Complementary and Alternative Medicine Use Among Adults and Children”, Estados Unidos, 2007 (Dezembro 2008)

[3] “The Experiments of Dr. Oz”, Chip Brown, The New York Times Magazine, 30 de Julho, 1995, págs. 20-23

[4] Associação Holística Americana de Enfermeiros e Associação Americana de Enfermeiros (2007) “Holistic Nursing: Scope and Standards of Practice” (Silver Spring, MD: Nursebooks. org)

sexta-feira, 25 de junho de 2010

Reiki na Sala de Operações do Dr. Oz

No ano 2000, uma Mestre de Reiki Norte-americana via-se chamada a participar numa cirurgia ao coração realizada pelo conceituado Dr. Mehmet Oz, mais conhecido pela sua regular participação no programa de Oprah. A pedido da sua paciente, Raven Keyes, foi chamada a estar presente durante toda a cirurgia, canalizando Reiki de modo a tranquilizar a doente.
Leia a tradução de todo o artigo mais à frente, no nosso blog!

terça-feira, 22 de junho de 2010

Solstício de Verão

Ontem, às 11:48 pela hora do meridiano de Greenwich, celebrou-se o Solstício de Verão, o início desta estação e a entrada no signo de Caranguejo.
Desde tempos imemoriais que o Solstício de Verão (e o de Inverno) são celebrados por todas as culturas. Ainda hoje, no século XXI, milhares de pessoas se reuniram em Stonehenge, no Reino Unido, para esta celebração, que este ano se reveste de acrescida importância devido à invulgar e poderosa conjugação de planetas no Céu.
Esta conjugação, que para os que não estão familiarizados com a Astrologia nada diz, dispensa à Terra energias muito fortes nos próximos meses. Energias de revolução, energias de inovação. Estamos a dar os primeiros passos em territórios inexplorados, abrindo caminho para novos despertares. Como todos os pioneiros, e todas as épocas de descoberta, não nos apercebemos da dimensão do nosso caminho e dos nossos esforços. Estamos focados apenas na nossa vivência pessoal, nas tragédias e dramas que todos os dias nos cercam, no medo e insegurança que sentimos diariamente, nas questões que, inevitavelmente, vão surgindo nas nossas mentes e nas nossas almas.
Mas estes são tempos únicos, olímpicos, maiores do que a vida, e exigem de nós um esforço e um empenho jamais visto. Explosões emocionais espontâneas acontecerão; revelações surpreendentes surgirão; aumentará a tensão e os poderes estabelecidos que não forem funcionais ou sustentáveis entrarão no seu estertor.
Nada disto é imediato, nem nada disto se concretizará em meia dúzia de meses. É provável que não vejamos a tão esperada e anunciada era de Harmonia e Paz nos próximos anos. Contudo, ela virá, por certo. Todo o mundo que conhecemos mudará, e nós com ele.
Mas, por agora, celebremos a mudança anunciada! Alegremo-nos com o novo mundo que temos oportunidade de construir, com a nova humanidade que nascerá. E ofereçamos o nosso melhor, nestes momentos únicos, com a certeza de que somos de novo Navegadores, exploradores do Cosmos e do Ser Humano Multidimensional.

quarta-feira, 26 de maio de 2010

O Trigo e o Joio

Dentro de cada um de nós existem arquétipos universais, energias que nos impulsionam a todos, numa ou noutra altura da vida, sejam quais forem as nossas raízes culturais, sociais ou económicas. Dos principais quatro, o Sabotador é aquela que nos afasta de qualquer mudança possível na nossa vida, visto que percepciona a mudança como uma ameaça potencial à sua existência.
Sempre que, na nossa evolução, temos de gerir um novo impulso de poder, seja ele de origem mundana ou espiritual, somos confrontados por uma mudança e, logo, pelo Sabotador. Para nós, é tão ameaçador ser destituído de poder como ser investido de mais poder. Qualquer uma destas trocas energéticas significa mudança ao nível do ser, interior ou exteriormente.
Estamos a ser confrontados por uma era que lida, essencialmente, com a luta pelo poder. As antigas estruturas egóicas - do estado à família, das igrejas às crenças individuais de cada um - estão a enfrentar uma destruição maciça nunca antes presenciada pela História que conhecemos hoje. Como tal, as lutas de poder agudizam-se e levam-nos a ponderar se estaremos perante um novo re-nascer ou perante o estertor final do mundo.
Durante os próximos meses, de amanhã a meados de Agosto, Urano irá entrar no signo de Aquário, trazendo consigo o fogo intenso da mudança e da revolução. Oferece a cada um de nós uma tremenda força criativa que, caso a queiramos aceitar, poderá manifestar-se com a força tranquila do nascimento da Vida. Se, pelo contrário, escolhemos resistir, a mudança assumirá uma forma destrutiva e caótica.
Nesta era - à vez conturbada e esperançosa - todos, sem excepção, estamos a ser confrontados a tomar uma decisão acerca de quem somos realmente, de quem queremos ser. Qual a vida que queremos viver? De que forma queremos manifestar a nossa essência? Esta é a decisão individual de cada um de nós que separará o trigo do joio, tal como Jesus falava. Chegou a altura de crescer e de por de lado a infantilidade que tem caracterizado a Humanidade até aqui. Cada um de nós encontrará inúmeras escolhas, no seu dia-a-dia, das mais insignificantes às mais influentes, para manifestar quem diz que é, quem diz que quer ser. E nenhuma escolha é assim tão insignificante. Cada uma delas diz algo sobre nós, mostra quem somos aos outros.
Uma amiga relatava, há dias, no seu blog, a cena de um sem-abrigo que estava no supermercado a comprar cerveja. De aspecto repelente, todos se afastavam ou olhavam com pena. Depois de pagar, sorriu amavelmente e foi-se embora, para voltar logo de seguida, com uma flor que ofereceu à menina da caixa, atirando-lhe um beijinho com a mão. Na verdade, quando o Céu nos despoja de tudo o que temos, de tudo o que é exterior a nós e que achamos que constitui a nossa individualidade, passamos a estar "vazios" e prontos a Ser. Já não é importante o quanto temos, o que temos, onde vivemos, o que estudámos, quanto ganhamos ou como nos vestimos. Aquilo que era invisível aos olhos (o essencial), coberto que estava por todos os véus do mundo, passou a transbordar e a nossa essência pode emergir.
É esta a utilidade das crises, das revoltas, dos momentos de dor e tragédia porque passamos, individualmente, ou colectivamente. Infelizmente, só temos conseguido crescer, amadurecer e evoluir através da dor.
Não podemos dar-nos ao luxo de continuar a escolher este caminho, sob pena da dor ser demasiada ou de nos destruir por completo. Não podemos fazer de conta que nada se passa. Temos de ter a coragem de ouvir a nossa consciência, a nossa voz interior que nos guia e que nos tem vindo a dizer, há tanto tempo, o que é preciso que façamos.
Em cada área da nossa vida é preciso mudar: naquilo que acreditamos, naquilo com que sonhamos, nos nossos relacionamentos, naquilo em que ocupamos o nosso tempo, nas nossas profissões, nos nossos hobbies, na forma como nos relacionamos com o nosso corpo e a nossa saúde, como gastamos e investimos o nosso dinheiro, como damos o nosso voto nas eleições, na forma como praticamos a espiritualidade e nas intenções que colocamos. Tudo, absolutamente tudo, precisa de ser "peneirado" pela nossa sabedoria interior, com a mais pura intenção. E aí, quando tivermos a coragem imensa de o fazer, e a sabedoria para o levar a cabo, conseguiremos realizar-nos e avançar para cumprir o nosso propósito.
Seremos capazes?

quarta-feira, 7 de abril de 2010

Meditações pela Paz

O Espaço Sivana associa-se ao The International Center for Reiki Training e divulga os dias e horas para as Meditações pela Paz Mundial.
Nestas datas, e à hora indicada, basta que se sente durante alguns minutos em meditação com o objectivo de gerar uma elevação da vibração mundial e favorecer a Paz.

Próximas datas:
- 12 de Maio às 19h30
- 16 de Junho às 19h30
- 14 de Julho às 19h30

Para mais informações, visite www.reiki.org

Namasté.

terça-feira, 23 de março de 2010

Uma Nova Renascença

Não me canso de dizer que esta é uma época de mudança. Tudo está a mudar, tudo está a transformar-se. A uma velocidade rápida, estonteante para alguns, até! Mas não há forma alguma de parar esta mudança. Nada irá ser igual, daqui para a frente. Nada, em nenhuma área da vida, irá manter-se como era. São boas notícias, quando pensamos em tudo o que não funciona - e se há coisas que não funcionam! - mas também podem ser sentidas como más notícias, se pensarmos em tudo o que não queremos perder. Temos pânico de perder tudo o que nos dá uma sensação de segurança e conforto físico, e por isso, tantas vezes (demasiadas vezes) vendemos a nossa alma a essa sensação de segurança. Por isso, tudo o que nos faz sentir sair da nossa zona de conforto, é percepcionado como uma ameaça, amedronta-nos e irrita-nos. Então, lutamos contra algo: contra aquele ou aquela, contra a situação, contra "eles, os outros", contra a mudança. E assim, tentamos manter tudo como sempre conhecemos, tentamos manter tudo igual, porque - bem ou mal - é aí que nos sentimos confortáveis. Sentimo-nos confortáveis com a nossa dor, com as nossas feridas, com as nossas doenças... Se mudarmos, teremos de nos confrontar com a possibilidade da dor, do desconforto, da insegurança, do chão a tremer debaixo dos nossos pés. Sentimo-nos confortáveis com a ineficácia de tudo à nossa volta, desde que não sejamos chamados a arregaçar as mangas e a construir algo de novo: uma nova sociedade, uma nova política, uma nova escola, uma nova saúde, uma nova economia, uma nova consciência de dinheiro, de sociedade, de educação, de saúde, de ser humano, de Deus...!!! Mas, é exactamente isso que somos chamados a fazer. É exactamente isso que nos é pedido. Porque tudo - TUDO - irá mudar, quer nós queiramos ou não. A nossa escolha, não está na mudança. A nossa escolha está em se queremos colaborar com a mudança ou se queremos envolver-nos no medo, resistir à mudança e, eventualmente, ser engolido pela Novidade.
"The kind of future humans will create is our choice. We can embrace our inherent spirituality and find purpose in discovering who we are and where we can go, or we can encapsulate ourselves in a vision of fear." J. Redfield

quarta-feira, 10 de março de 2010

Amor, Cura Física e Cura Emocional

"(...) na realidade, a energia emocional é o verdadeiro motivador do corpo e espírito humanos. O amor na sua forma mais pura - amor incondicional - é a substância do Divino, com a sua capacidade infindável de nos perdoar e de responder às nossas preces. Os nossos próprios corações foram concebidos para expressar beleza, compaixão, perdão e amor. É contra a nossa natureza espiritual agir de outra maneira. Não nascemos fluentes no amor, mas passamos a vida a aprender sobre o amor. (...) Cada um dos desafios da vida é uma lição sobre um aspecto qualquer do amor. O modo como reagimos a esses desafios é registado nos nossos tecidos celulares: vivemos dentro das consequências biológicas das nossas escolhas biográficas. (...) A cura física requer muitas vezes, e pode exigir, a cura de questões emocionais" - C. Myss - Anatomia do Espírito

quarta-feira, 3 de março de 2010

O regresso da Primavera

Quando me sento em frente a uma folha de papel, ou a um teclado, aparece muitas vezes uma súbita vontade de escrever. Não há tema, não há nada de especial para contar, mas algo quer sair cá para fora. É a minha Alma a querer criar.
Todas as nossas Almas querem criar, acima de tudo. Estar na matéria permite-lhes criar: palavras, imagens, quadros, fotos, textos, gestos, filhos, esculturas, sentimentos, plantas, animais, enfim, as 10.000 coisas, como lhes chama o Tao.
Muitas vezes - demasiadas - abafamos o nosso instinto criador; outras apenas nos centramos em criar os filhos, ou o trabalho.
Mas, cada momento do nosso tempo, é um momento de criação. Com cada escolha que fazemos, estamos a criar algo, estamos a criar-nos a nós próprios.
Quem queremos ser? Porque abafamos a nossa Voz?
Está na hora de nos manifestarmos no nosso máximo esplendor, na "visão mais sublime da versão mais grandiosa que já alguma vez tivemos sobre Quem Somos".
Estão prontos? Que escolha fazem?

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

O Grande Cristal Azul, uma história para crianças (ou não...)

Na terra das Fadas, há um cristal azul, brilhante, imenso e profundo, como o oceano, que existe para nos levar ao centro de nós próprios. As fadas concentram-se ao pé desse cristal, sempre que há decisões a tomar, escolhas a fazer. Tocam-lhe e respiram profundamente, enquanto se concentram na luz azul do cristal. Concentram-se na sua respiração, na energia que percorre os seus corpos esguios e belos, nas suas asas douradas que brilham... Dão toda a sua atenção ao momento em que estão, e deixam-se estar assim, sossegadas, em silêncio, a ouvir. Por vezes, ouvem o bater do seu coração, ou só o som da sua respiração. Muitas vezes, conseguem sentir a energia maravilhosa que o cristal azul emite.
O mais engraçado, é que deixam de procurar respostas para as perguntas que puseram, e já não se preocupam mais com as escolhas que vão fazer.
Alguma coisa dentro delas é tocada pelo grande cristal azul; alguma coisa desperta, sempre que as fadas o visitam. Então, nos seus corações de fada elas já sabem que caminho vão seguir.
É o caminho do seu maior bem.
No país das Fadas, todos os dias se visita o grande cristal azul.

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Uma massa crítica de Luz

Este ano de 2010 aproxima-nos cada vez do salto de consciência que a Humanidade já decidiu dar há muito. Para todos nós, as mudanças são visíveis, difíceis de ignorar.
Como em todos os momentos cruciais, parecem-nos estas mudanças avassaladoras, intransponíveis até. As forças negativas do nosso Corpo de Dor colectivo - aquela energia humana mais sombria, que é gerada e alimentada pelo nosso Ego através do medo e da dúvida - parecem, por vezes, dominar o Mundo, atacar com mais força ainda. Mas, como os Mestres nos ensinam, nem tudo o que parece é. E, se há coisa que nunca podemos perder, é a esperança e a fé que a Luz vai finalmente inundar os nossos corações e as nossas mentes.
Como Deepak Chopra diz no seu livro "Conhecer Deus", a evolução está assegurada. Não pode deixar de ser, se aceitarmos que somos parte integrante de Deus, que somos Todos Um. E, em breve, cada vez mais iremos ter essa consciência, cada vez mais viveremos essa experiência de unidade. Com isso, a nossa energia aumentará e criar-se-à a massa crítica necessária a este salto quântico de consciência. Por isso, o papel de cada um de nós é crucial para a "vitória final". Como um grande líder mundano uma vez disse, "nunca tão poucos fizeram tanto". Com um paralelismo gritante, cabe-nos a cada um de nós fazer a sua parte, cumprindo o seu propósito e vivendo a sua vida enraizado no Agora, em sintonia com o seu Eu Superior.
A meditação, o yoga, o Reiki e outras técnicas ancestrais são de grande auxílio nesta nossa demanda pela ascensão.
Não desistam agora de vós próprios. Não esmoreçam na vossa demanda. Concentrem-se em vós, entreguem-se ao conhecimento de Quem São e confiem.

Proposta Mindfulness

Sabemos que o coração não é apenas um órgão que bombeia sangue; na verdade, estudos recentes demonstram que o coração tem o seu próprio cérebro, com células neuronais, que pensam, sentem e respondem. As suas inspirações são sábias e a sua capacidade de fazer brotar o Novo é total...

Durante o dia de hoje,
quando tenhas dúvida em relação a uma decisão que tens de tomar, põe a mão no teu peito e convoca a inteligência do coração. Sintoniza-te com ele e escuta a sua mensagem.


Para sentir...

“O que é que buscamos? É o cumprimento, a realização do que é potencial em cada um de nós.

Ir em busca disso não é uma viagem do ego; é uma aventura para manifestar a tua dádiva ao mundo; que é seres tu própria.

Não há nada que possas fazer que seja mais importante do que essa realização.

Tornas-te um símbolo, um sinal, transparente à transcendência; desta forma irás encontrar, viver e tornares-te uma manifestação do teu próprio mito pessoal.”

Joseph Campbell, “Pathways to Bliss”

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