Tida como a quarta vaga da Psicologia, a visão Transpessoal propõe uma abordagem voltada para o crescimento e auto-actualização do ser humano.
A Terapia Transpessoal visa assim oferecer ao
paciente uma visão integral e uma profunda viagem interior aos diversos níveis
de consciência do ser humano, até redescobrir uma clareza e um caminho de
sentido e propósito.
O conflito e as crises que cada um enfrenta são vistos como motores de busca para o nosso Eu Profundo, numa analogia perfeita com o processo de transmutação de lagarta em borboleta.
A terapia Transpessoal utiliza os últimos conhecimentos alcançados no campo da psicologia, aliando-os à Filosofia Perene – as grandes tradições de sabedoria da Humanidade – e às técnicas que permitem lidar com o ser humano como um todo, compreendendo as suas preocupações, aspirações e necessidades.
Propõe, através do trabalho de auto-conhecimento, consolidar um ego maduro e estruturado. Utiliza técnicas cuja base é a meditação, fomentando uma atitude de atenção plena e de auto-observação, que pretendem levar o paciente ao contacto com os diversos níveis do seu ser, tomando consciência da sua totalidade como corpo/mente e Ser Profundo, que transcende a mera personalidade.
O conflito e as crises que cada um enfrenta são vistos como motores de busca para o nosso Eu Profundo, numa analogia perfeita com o processo de transmutação de lagarta em borboleta.
A terapia Transpessoal utiliza os últimos conhecimentos alcançados no campo da psicologia, aliando-os à Filosofia Perene – as grandes tradições de sabedoria da Humanidade – e às técnicas que permitem lidar com o ser humano como um todo, compreendendo as suas preocupações, aspirações e necessidades.
Propõe, através do trabalho de auto-conhecimento, consolidar um ego maduro e estruturado. Utiliza técnicas cuja base é a meditação, fomentando uma atitude de atenção plena e de auto-observação, que pretendem levar o paciente ao contacto com os diversos níveis do seu ser, tomando consciência da sua totalidade como corpo/mente e Ser Profundo, que transcende a mera personalidade.
O Terapeuta é pois um acompanhante da alma, um
companheiro no mergulho da consciência, um facilitador da viagem, uma “dola” do
nascimento da nova pessoa. Reconhece nos seus pacientes a sua própria viagem, que nunca termina, e
com a qual se comprometeu em definitivo. Do mesmo modo, o Terapeuta tem de
demonstrar a maturidade e o critério suficientes para discernir, caso a caso,
aqueles que necessitam de ser acompanhados por especialistas ou por meios químicos
e técnicos noutros sectores terapêuticos.
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