Reflexão da Semana

"Tens de explorar todo o teu universo interno e resgatar tudo o que rejeitaste. Só na presença da totalidade do teu ser podes apreciar a tua magnificência, e desfrutar da tua inteireza e da singularidade da tua vida."
Debbie Ford

terça-feira, 23 de março de 2010

Uma Nova Renascença

Não me canso de dizer que esta é uma época de mudança. Tudo está a mudar, tudo está a transformar-se. A uma velocidade rápida, estonteante para alguns, até! Mas não há forma alguma de parar esta mudança. Nada irá ser igual, daqui para a frente. Nada, em nenhuma área da vida, irá manter-se como era. São boas notícias, quando pensamos em tudo o que não funciona - e se há coisas que não funcionam! - mas também podem ser sentidas como más notícias, se pensarmos em tudo o que não queremos perder. Temos pânico de perder tudo o que nos dá uma sensação de segurança e conforto físico, e por isso, tantas vezes (demasiadas vezes) vendemos a nossa alma a essa sensação de segurança. Por isso, tudo o que nos faz sentir sair da nossa zona de conforto, é percepcionado como uma ameaça, amedronta-nos e irrita-nos. Então, lutamos contra algo: contra aquele ou aquela, contra a situação, contra "eles, os outros", contra a mudança. E assim, tentamos manter tudo como sempre conhecemos, tentamos manter tudo igual, porque - bem ou mal - é aí que nos sentimos confortáveis. Sentimo-nos confortáveis com a nossa dor, com as nossas feridas, com as nossas doenças... Se mudarmos, teremos de nos confrontar com a possibilidade da dor, do desconforto, da insegurança, do chão a tremer debaixo dos nossos pés. Sentimo-nos confortáveis com a ineficácia de tudo à nossa volta, desde que não sejamos chamados a arregaçar as mangas e a construir algo de novo: uma nova sociedade, uma nova política, uma nova escola, uma nova saúde, uma nova economia, uma nova consciência de dinheiro, de sociedade, de educação, de saúde, de ser humano, de Deus...!!! Mas, é exactamente isso que somos chamados a fazer. É exactamente isso que nos é pedido. Porque tudo - TUDO - irá mudar, quer nós queiramos ou não. A nossa escolha, não está na mudança. A nossa escolha está em se queremos colaborar com a mudança ou se queremos envolver-nos no medo, resistir à mudança e, eventualmente, ser engolido pela Novidade.
"The kind of future humans will create is our choice. We can embrace our inherent spirituality and find purpose in discovering who we are and where we can go, or we can encapsulate ourselves in a vision of fear." J. Redfield

quarta-feira, 10 de março de 2010

Amor, Cura Física e Cura Emocional

"(...) na realidade, a energia emocional é o verdadeiro motivador do corpo e espírito humanos. O amor na sua forma mais pura - amor incondicional - é a substância do Divino, com a sua capacidade infindável de nos perdoar e de responder às nossas preces. Os nossos próprios corações foram concebidos para expressar beleza, compaixão, perdão e amor. É contra a nossa natureza espiritual agir de outra maneira. Não nascemos fluentes no amor, mas passamos a vida a aprender sobre o amor. (...) Cada um dos desafios da vida é uma lição sobre um aspecto qualquer do amor. O modo como reagimos a esses desafios é registado nos nossos tecidos celulares: vivemos dentro das consequências biológicas das nossas escolhas biográficas. (...) A cura física requer muitas vezes, e pode exigir, a cura de questões emocionais" - C. Myss - Anatomia do Espírito

quarta-feira, 3 de março de 2010

O regresso da Primavera

Quando me sento em frente a uma folha de papel, ou a um teclado, aparece muitas vezes uma súbita vontade de escrever. Não há tema, não há nada de especial para contar, mas algo quer sair cá para fora. É a minha Alma a querer criar.
Todas as nossas Almas querem criar, acima de tudo. Estar na matéria permite-lhes criar: palavras, imagens, quadros, fotos, textos, gestos, filhos, esculturas, sentimentos, plantas, animais, enfim, as 10.000 coisas, como lhes chama o Tao.
Muitas vezes - demasiadas - abafamos o nosso instinto criador; outras apenas nos centramos em criar os filhos, ou o trabalho.
Mas, cada momento do nosso tempo, é um momento de criação. Com cada escolha que fazemos, estamos a criar algo, estamos a criar-nos a nós próprios.
Quem queremos ser? Porque abafamos a nossa Voz?
Está na hora de nos manifestarmos no nosso máximo esplendor, na "visão mais sublime da versão mais grandiosa que já alguma vez tivemos sobre Quem Somos".
Estão prontos? Que escolha fazem?

Proposta Mindfulness

Sabemos que o coração não é apenas um órgão que bombeia sangue; na verdade, estudos recentes demonstram que o coração tem o seu próprio cérebro, com células neuronais, que pensam, sentem e respondem. As suas inspirações são sábias e a sua capacidade de fazer brotar o Novo é total...

Durante o dia de hoje,
quando tenhas dúvida em relação a uma decisão que tens de tomar, põe a mão no teu peito e convoca a inteligência do coração. Sintoniza-te com ele e escuta a sua mensagem.


Para sentir...

“O que é que buscamos? É o cumprimento, a realização do que é potencial em cada um de nós.

Ir em busca disso não é uma viagem do ego; é uma aventura para manifestar a tua dádiva ao mundo; que é seres tu própria.

Não há nada que possas fazer que seja mais importante do que essa realização.

Tornas-te um símbolo, um sinal, transparente à transcendência; desta forma irás encontrar, viver e tornares-te uma manifestação do teu próprio mito pessoal.”

Joseph Campbell, “Pathways to Bliss”

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