Reflexão da Semana

"Tens de explorar todo o teu universo interno e resgatar tudo o que rejeitaste. Só na presença da totalidade do teu ser podes apreciar a tua magnificência, e desfrutar da tua inteireza e da singularidade da tua vida."
Debbie Ford

quarta-feira, 3 de março de 2010

O regresso da Primavera

Quando me sento em frente a uma folha de papel, ou a um teclado, aparece muitas vezes uma súbita vontade de escrever. Não há tema, não há nada de especial para contar, mas algo quer sair cá para fora. É a minha Alma a querer criar.
Todas as nossas Almas querem criar, acima de tudo. Estar na matéria permite-lhes criar: palavras, imagens, quadros, fotos, textos, gestos, filhos, esculturas, sentimentos, plantas, animais, enfim, as 10.000 coisas, como lhes chama o Tao.
Muitas vezes - demasiadas - abafamos o nosso instinto criador; outras apenas nos centramos em criar os filhos, ou o trabalho.
Mas, cada momento do nosso tempo, é um momento de criação. Com cada escolha que fazemos, estamos a criar algo, estamos a criar-nos a nós próprios.
Quem queremos ser? Porque abafamos a nossa Voz?
Está na hora de nos manifestarmos no nosso máximo esplendor, na "visão mais sublime da versão mais grandiosa que já alguma vez tivemos sobre Quem Somos".
Estão prontos? Que escolha fazem?

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Proposta Mindfulness

Sabemos que o coração não é apenas um órgão que bombeia sangue; na verdade, estudos recentes demonstram que o coração tem o seu próprio cérebro, com células neuronais, que pensam, sentem e respondem. As suas inspirações são sábias e a sua capacidade de fazer brotar o Novo é total...

Durante o dia de hoje,
quando tenhas dúvida em relação a uma decisão que tens de tomar, põe a mão no teu peito e convoca a inteligência do coração. Sintoniza-te com ele e escuta a sua mensagem.


Para sentir...

“O que é que buscamos? É o cumprimento, a realização do que é potencial em cada um de nós.

Ir em busca disso não é uma viagem do ego; é uma aventura para manifestar a tua dádiva ao mundo; que é seres tu própria.

Não há nada que possas fazer que seja mais importante do que essa realização.

Tornas-te um símbolo, um sinal, transparente à transcendência; desta forma irás encontrar, viver e tornares-te uma manifestação do teu próprio mito pessoal.”

Joseph Campbell, “Pathways to Bliss”

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