Reflexão da Semana

"Tens de explorar todo o teu universo interno e resgatar tudo o que rejeitaste. Só na presença da totalidade do teu ser podes apreciar a tua magnificência, e desfrutar da tua inteireza e da singularidade da tua vida."
Debbie Ford

terça-feira, 24 de maio de 2016

A voz da criança



Nem sempre fomos ouvidos, em crianças. 
Nem sempre as nossas emoções tiveram espaço para se manifestarem: porque não eram adequadas ou “certas”, de acordo com os adultos que nos rodeavam.

E agora, quando certas situações nos fazem reviver essas emoções, o padrão activa-se e voltamos a reagir, normalmente com alguma infantilidade emocional. 

É a nossa criança que fala, é ela que precisa ser vista, de ser ouvida; são as suas necessidades que querem mostrar-se.

Sentir no corpo a emoção que se manifesta e acolhê-la, é o primeiro passo do adulto que somos. Depois, compete a esse adulto escutar essa voz infantil, perceber o que é que lhe faz falta, assegurar-lhe de que está aqui para a nutrir, e que a vê. 
A criança estará sempre ferida em nós. O nosso adulto interior, esse é quem terá de a acompanhar, de a conter, e de agir no exterior. 
Quando todo este trabalho interior se processa, muito drama exterior é evitado. 

Sem comentários:

Proposta Mindfulness

Sabemos que o coração não é apenas um órgão que bombeia sangue; na verdade, estudos recentes demonstram que o coração tem o seu próprio cérebro, com células neuronais, que pensam, sentem e respondem. As suas inspirações são sábias e a sua capacidade de fazer brotar o Novo é total...

Durante o dia de hoje,
quando tenhas dúvida em relação a uma decisão que tens de tomar, põe a mão no teu peito e convoca a inteligência do coração. Sintoniza-te com ele e escuta a sua mensagem.


Para sentir...

“O que é que buscamos? É o cumprimento, a realização do que é potencial em cada um de nós.

Ir em busca disso não é uma viagem do ego; é uma aventura para manifestar a tua dádiva ao mundo; que é seres tu própria.

Não há nada que possas fazer que seja mais importante do que essa realização.

Tornas-te um símbolo, um sinal, transparente à transcendência; desta forma irás encontrar, viver e tornares-te uma manifestação do teu próprio mito pessoal.”

Joseph Campbell, “Pathways to Bliss”

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