Reflexão da Semana

"Tens de explorar todo o teu universo interno e resgatar tudo o que rejeitaste. Só na presença da totalidade do teu ser podes apreciar a tua magnificência, e desfrutar da tua inteireza e da singularidade da tua vida."
Debbie Ford

quarta-feira, 23 de outubro de 2013

O silêncio é um poderoso estado de consciência. Mais do que estar calado, mais do que estar numa ausência de ruídos, o silêncio é um estado contemplativo que nos permite aceder a um campo de possibilidades infinitas, ao "lugar" onde reside a nossa Alma. Ao contrário da nossa pessoa, a nossa Alma comunica-se por experiências cheias de poder interior, de energia criadora, de imagens arquetípicas que, na maioria das vezes, são quase impossíveis de transmitir por palavras. O reino da Alma está para além das palavras. Abre-nos o coração e liga-o à mente profunda, aquela onde as águas estão límpidas e serenas. O silêncio é um estado fecundo que, quando cultivado diariamente, nos ensina a Ser. Abre-nos as Grandes Portas interiores, envolve-nos na Graça e enche-nos de Luz. No silêncio, recordamos que Deus está em nós. Tão simples, como isso.

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Proposta Mindfulness

Sabemos que o coração não é apenas um órgão que bombeia sangue; na verdade, estudos recentes demonstram que o coração tem o seu próprio cérebro, com células neuronais, que pensam, sentem e respondem. As suas inspirações são sábias e a sua capacidade de fazer brotar o Novo é total...

Durante o dia de hoje,
quando tenhas dúvida em relação a uma decisão que tens de tomar, põe a mão no teu peito e convoca a inteligência do coração. Sintoniza-te com ele e escuta a sua mensagem.


Para sentir...

“O que é que buscamos? É o cumprimento, a realização do que é potencial em cada um de nós.

Ir em busca disso não é uma viagem do ego; é uma aventura para manifestar a tua dádiva ao mundo; que é seres tu própria.

Não há nada que possas fazer que seja mais importante do que essa realização.

Tornas-te um símbolo, um sinal, transparente à transcendência; desta forma irás encontrar, viver e tornares-te uma manifestação do teu próprio mito pessoal.”

Joseph Campbell, “Pathways to Bliss”

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